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A era dos ChatBots começou...

30 de maio de 2017

Se você gosta de tecnologia, provavelmente já ouviu falar em inteligência artificial, Machine Learning e... Chatbots.

Como a própria tradução do termo já diz, é um chat operado por um robô, baseado em regras e (às vezes) inteligência artificial. Mas não vamos reduzi-los apenas a este conceito, eles tendem a ser a grande revolução na interação entre pessoas, marcas e tecnologia.

Os Bots não são necessariamente uma novidade. Você já deve ter interagido com um deles em algum momento, como por exemplo, atendimento eletrônico das centrais de atendimento. Mas então, o que muda?

Agora os bots estão mais acessíveis, estão de cara nova, pois se utilizam de ferramentas que já são amplamente conhecidas pelos usuários: Apps de comunicação instantânea, como Whatsapp e Facebook Messenger.

O Facebook já permite que empresas façam uso dos chatbots para interagir com o público. Usando a API da companhia de Zuckerberg, as corporações podem criar bots com inteligência artificial capaz de manter sua identidade e enviar e receber texto, imagens, botões e outros tipos de interações. Será possível até fazer compras pelo Messenger.

Em outras palavras, isso significa que, quando você entrar em contato com uma empresa pelo Messenger, poderá conversar com um “robô” para obter as respostas que você deseja. A idéia é chegar o mais perto possível de uma conversa real com uma pessoa.

Mark Zuckerberg, CEO do Facebook, resumiu bem o que isso significa:

“Você deveria enviar uma mensagem para uma empresa do mesmo jeito que envia para um amigo. Você deve ter uma resposta rápida e isso não deve exigir sua atenção total, como uma ligação telefônica exige. E você não deveria ter que instalar um novo aplicativo.”

O fim da era dourada dos aplicativos

Um dos principais motivos para as marcas e empresas aderirem a essa nova interface é que ela está substituindo os aplicativos, tornando mais fácil a aceitação dos usuários e mais barato para as marcas.

Apesar de toda a evolução dos smartphones, muitos usuários ainda sofrem com a falta de espaço de memória interna, o que torna os Bots ainda mais atraentes.

E as pessoas?

Os chatbots não devem substituir pessoas, obviamente não. Eles estão aí para ajudar as pessoas a usarem o que elas tem de melhor: o cérebro! Ajudar as pessoas a pensar – e não somente realizar atividades repetitivas e maçantes.